quinta-feira, 31 de março de 2011

Dizendo em Dispersão(...)

(...)Mas uma vez me perco escrevendo de maneira não-cronológica nesse meio lógico de leitura donde a criatividade reina em versos imcompreensíveis,porem eloquentes dotados de percepções que circulam no psicológico como translações que se encontram no eixo das reflexões. Para dar continuidade as emancipações que se segue,apenas concluo o que já fora e vem sendo dito pelas mentes pensantes de uma maneira dispersa sem repetir o que fora dito. Não peço que siga o que esta descrito,mas que venham a continuar as respostas que chacoalham pelos ventos e dificilmente é absorvida pelo intelecto.Por vezes tento puxar o raciocínio para um objetivo,todavia acabo dispersando em frases o que muitos querem expandir em textos conclusos, donde a mente humana quer centralizar em entendimento rápido e eficaz. Porem como é bom ser pensante se podemos complicar em entrelinhas o que compreendes em síntese(...)

quarta-feira, 30 de março de 2011

Estrofes de quem não se foi(...)


(...)Estou aqui a descrever instantes pelo qual passei e muitos passara por um breve momento em suas vidas. Ha um certo dia quando trajetava o retorno ao lar num momento tranquilo de uma escuridão serena e aconchegante,participei velozmente de um encontro estrondoso entre duas físicas distintas que estava reservado para acontecer pelas leis da natureza e de Deus por conseguinte. Por um curto periodo senti a separação entre os meios que me sustentavam nessa dimensão,como se a grosso modo fosse separado complexamente o ''leite do café'',porem esse instante se manteve como fruto de minha imaginação por eu não compreender de uma maneira sensata o que ocorre-ria-eu para que eu me sentisse fugindo de mim sem a intenção. Logo após todo esse ocorrido, parecia um sonho ou talvez um pesadelo pelo qual eu ansiava ligeiramente em acordar e no fim tudo se tornara realidade.(...)